segunda-feira, 12 de dezembro de 2016

Malmequeres - (Khrysos anthos)



Uma larga floração surge cedo, em Março, a formar maciços densos até ao fim do ano.
As folhas são verde salsa em contraste com a brancura das flores.

Brancas ou amarelas  em canteiros bem iluminados  pelo sol descoberto, ou em varandas bem abrigadas. constituem um enfeite belíssimo
Os caules direitos e rígidos são óptimos para jarras.

O seu nome científico tem origem em duas palavras do grego antigo (khrysos - ouro ) e (anthos- flor) com referência à cor dourada das flores, das espécies primitivas chamadas crisãntemos

terça-feira, 8 de novembro de 2016

A culpa do Azevinho




O azevinho, a planta sagrada dos Druídas, era suspenso no exterior das casas dos Vikings como um sinal de paz e de boas-vindas aos estrangeiros. Há um  hábito criado pelos Druídas de as pessoas se beijarem debaixo do azevinho selando um compromisso, mas parece estar confinado ao mundo da língua inglesa, já que não se encontram vestígios dele noutros países

Para os primeiros cristãos, segundo os quais Cristo fora crucificado numa cruz de madeira de azevinho, o peso da culpa fizera murchar a planta que não sendo utilizada na decoração das igrejas se manteve contudo, como o emblema por excelência da época natalícia.

Segundo historiadores  o azevinho também está  ligado à história cristã, por ter auxiliado a esconder Jesus Cristo dos Soldados de Herodes.E que a título de reconhecimento, lhe terá dado a vantagem de conservar as folhas verdes por muito tempo, mesmo durante os meses frios de Inverno. As folhas espinhosas e os bagos vermelho-sangue servem para incutir nos cristãos a memória de que Cristo nasceu para ser coroado de espinhos e derramar o seu sangue para livrar  os Homens do pecado.

Actualmente, o azevinho é mais planta decorativa que sagrada, mas a sua presença  na época natalícia mantém-se , sendo considerada, um símbolo de proteção


O azevinho é também alimento de aves que em época de escassês alimentar comem as suas bagas, e pelo que me foi dado obeservar nem precisam de amadurecer, para serem consumidas.
* É protegido por lei, desde 1989 em todo o território do continente português , que proíbe o arranque, e o corte total ou parcial, o transporte e a venda de azevinho espontâneo

Fotos : Quinta de Covelo e Arca d'Agua- Porto


terça-feira, 18 de outubro de 2016

Diospireiro



 O Dióspiro é originário da China e Japão e é cultivado desde o século VIII


É por excelência uma fruta de Outono. Deve comer-se maduro de contrário é muito amargo e a razão de muitas pessoas não o apreciarem, o que é pena, pois pessoalmente é das mais saborosas frutas que conheço


As imagens como sempre são na minha linda freguesia de Paranhos, no Porto pois claro-









quinta-feira, 1 de setembro de 2016

Campaínhas-de-outono



 Nomes comuns: Croco-de-outono,
 choramingas, campainhas-de-outono
Campaínhas- de- outono:




Da terra ressequida pelo calor do verão eis que chegam as primeiras Campaínhas de Outono.

E como dizia o poeta, «Outono é outra Primavera... cada folha, uma flor...»

Da Quinta do Covelo Porto





quinta-feira, 7 de julho de 2016

❦❦ Flor da romãzeira - Punica granatum


 A romãzeira - Punica granatum é rara na Europa Central, mas cultiva-se na Europa do Sul e no Norte de Àfrica .
É uma das espécies cultivada desde antigos tempos e é empregada em usos domésticos .
Nos textos do antigo Egipto encontra-se mencionada sob o nome de «schedechh-it» uma espécie de limonada que se obtinha da polpa da romã, um pouco àcida e refrescante.

No Pentateuco (o livro de Moisés, e Tora para o povo judeu) lê-se  várias vezes  de como os Hebreus durante a sua peregrinação pelo deserto  orientados por Moisés, sentiram a falta das romãs e das uvas do Egipto.

No templo de Salomão foi usada a romã, como  fruto e motivo decorativo.

O cultivo da romã, deve ter sido introduzido na Península Ibérica  pelos àrabes em 711. A cidade de Granada fundada pelos Mouros no século X, tirou o nome precisamente da romã (em espanhol granada) que também faz parte do seu brasão de armas.

Pode crescer até oito metros de altura.



Três dias depois.


❦❦❦❦

❦❦❦❦...ei-la  a pequenina romã. ☺


Por cá, tirei estas fotos de um lindo arbusto não com mais de dois metros de altura em zona ajardinada. Como companhia tinha outra irmã gémea, com a mesma dimensão, e também carregadinha de belas e vermelhas flores em crescimento. Como não podia deixar de ser, sempre na belíssima freguesia de Paranhos, a cinquenta metros do Jardim da Arca d'Água'










segunda-feira, 4 de julho de 2016

Flor-de-palha

As Sempre-Vivas (Helichrysum bracteatum) são flores que vivem  muito tempo depois de colhidas.  Elas possuem botões reduzidos que costumam durar até cinco anos sem perder a bonita aparência

Nomes populares: Sempre-vivas, Flor-de-palha, Saudades-perpétuas.
Origem: Austrália

Jardim da Arca d'Água
Porto

terça-feira, 28 de junho de 2016

Botão-azul (Jasione montana)

Originária da Europa, a sua actual distribuição é bem mais ampla, pois ocorre também em parte da Ásia, noroeste de África e em alguns Estados da costa leste e da costa oeste dos Estados Unidos.


Em Portugal, onde floresce ao longo da primavera e verão, ocorre por todo o território do Continente, em terrenos com boa exposição solar,  pouco húmidos, e com frequência entre rochas e à beira dos caminhos.